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    Data da publicação: quinta-feira, 02 de novembro de 2017
    Vítimas do acidente em Mariana-MG sofrem preconceito e querem a volta da Samarco
    O desemprego em Mariana saltou de 5 para 23% depois do acidente, índice bem maior do que em Belo Horizonte, que chegou a quase 14% neste ano.
    Por: Bernadete Druzian - Rádio 2



    Moradores de Mariana, atingida pelo acidente que inundou a cidade mineira de lama, em 2015, querem a reativação das atividades da Samarco.

    São famílias desalojadas dos distritos rurais de Paracatu, Bento Rodrigues e Gesteira, com o rompimento da barragem do Fundão, que espalhou lama de minério de ferro pela região.

    Sem emprego, vivem com auxílio de um salário mínimo por mês em imóveis alugados, enquanto aguardam a reconstrução das comunidades.

    Em choque com a vida urbana, não conseguem consumir no comércio e reclamam do tratamento preconceituoso dos moradores da cidade.

    São hostilizados e chamados de desocupados. Já outros grupos fazem campanha em defesa das vítimas, espalhando cartazes com os dizeres: "Somos todos atingidos".

    O prefeito Duarte Júnior disse à BBC que uma minoria acha que os moradores dos distritos rurais são responsáveis pelo acidente. E afirma que defende o retorno da mineração, mas quer a punição dos culpados.

    O desemprego em Mariana saltou de 5 para 23% depois do acidente, índice bem maior do que em Belo Horizonte, que chegou a quase 14% neste ano.

    O acidente na barragem do Fundou matou 19 pessoas, atingiu 39 cidades e mais de 600 quilômetros de rios e nascentes.

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