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    Data da publicação: quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
    Dicas ajudam pais a cuidar da segurança dos filhos na internet
    Esquecer um pouco a tecnologia e resgatar o momento família é importante na educação das crianças
    Por: Redação
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    A cada ano que passa as crianças crescem mais conectadas com a tecnologia. Aparelhos que para os adultos são difíceis de manusear, para seus filhos e netos se tornam quase que parte do corpo humano, tamanha é a destreza das gerações que vêm chegando. Mas, é preciso ficar atento para que algo simples, como interagir em redes sociais, não se torne um futuro problema. Siga algumas dicas que vão aumentar a segurança de seu filho na internet.


    1 – Defina o tempo/período de uso do aparelho de celular e computador

    É preciso ter disciplina quanto ao tempo de uso do equipamento eletrônico. Claro que isso vai depender da idade da criança, e para decidir é simples: durante as refeições é a hora de evitar; o celular não pode substituir o contato pessoal entre vocês; o celular não pode atrapalhar programas de família, nem o dever de casa; tempo ao ar livre, sem eletrônicos, é importante para todos.


    2 – Selecione quais as redes sociais são mais adequadas para seu filho

    O Instagram, por exemplo, não é um aplicativo tão inocente quanto parece. Apesar da criança ou adolescente achar que os vídeos e/ou fotos postados podem ser deletados, isso pode não acontecer. Qualquer pessoa má intencionada pode fazer um “screenshot”, tirar foto da imagem que você acha que vai deletar em seguida. Portanto, muito cuidado com as fotos que são divulgadas.


    3 – Trabalhe a consciência do que é errado publicar

    A conversa aberta sempre será grande aliada dos pais. Por isso é necessário explicar que a internet não dá superpoderes. Não se pode falar na internet tudo aquilo que não se tem coragem de falar pessoalmente. Muitas vezes, o que eles não têm coragem de falar pessoalmente, acabam usando as mensagens de texto para serem críticos e duros demais e assim ofendem ou machucam o colega. O bullying cibernético precisa ser inibido, e a consciência dos pais faz grande diferença nessa luta.


    4 – Fique atento aos emojis: os ícones podem ser usados como códigos

    Alguns emojis tem conotação sexual. Os pais precisam ter noção do que parece não fazer sentido ou ser ingênuo, mas que é, na verdade, um convite de cunho sexual para os filhos.


    5 – O celular deve ser retirado do quarto e desligado na hora de dormir

    Nunca, jamais, deixe o celular do seu filho junto com ele na hora de dormir. Mesmo que argumente que vai deixar carregando. O celular deve ser carregado fora do quarto de dormir. Tenha certeza de que se você mantiver o celular no quarto, quando der boa noite e a mensagem pipocar, ele vai mexer no celular, igualmente como acontece com os adultos.


    6 – Os pais devem ter conhecimento da senha do celular

    Seu filho é menor de idade e, com certeza, foi você quem comprou o smartphone dele, ou algum outro adulto, como um tio ou tia. Não há hipótese de você não saber a senha dele, e a questão de privacidade não se aplica aqui. Você tanto precisa ter acesso a tudo o que ele faz no celular dele, quanto ser responsável por qual aplicativo baixar e não ele.


    7 – Redes sociais com “mensagem privada”: o conteúdo deve ser acompanhado

    Alguns aplicativos possuem “mensagem privada”, ou seja, nossos filhos podem receber mensagens de estranhos. Esclareça que eles jamais devem responder mensagem de quem não conhecem. Amigos são pessoas na vida real e não virtual.


    8 – Crie uma semana de atividades livres de aparelhos telefônicos

    Algo que se perdeu, por conta da tecnologia que cerca o mundo, são os momentos de diversão com brincadeiras de roda, jogos de tabuleiro, pipas, passeios de bicicleta e outras coisas mais. É super importante que os pais façam o exercício de resgate da união da família sem a presença de aparelhos tecnológicos. Pode até ser difícil começar, mas com o tempo as próprias crianças vão pedir mais momentos com “as brincadeiras do papai e da mamãe”.


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