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    Data da publicação: domingo, 11 de fevereiro de 2018
    Estudo aponta palavras que formam espécie de ‘dicionário da depressão’
    Por: Redação
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    Um novo estudo sugere que a depressão pode ser percebida em toda forma de expressão e experiência, da maneira que uma pessoa se move, até como ela fala e escreve – a depressão poderia ser detectada através da linguagem. Utilizando tecnologias e computadores para analisar textos, fóruns e escritas, o estudo teria encontrado uma série de palavras que estariam mais associadas com uma “linguagem da depressão”.

    Juntando ensaios pessoais, diários, textos com falas do dia a dia, a pesquisa levantou algumas diferenças que seriam determinantes entre a linguagem de pessoas que possuem depressão. Algumas são mais diretas, como o uso frequente de termos que apontem emoções negativas, como “sozinho”, “triste” e “péssimo”. Outras, entre pronomes, são mais curiosas, como o uso de pronomes singulares em primeira pessoa, como “eu”, “mim” e “eu mesmo”.


    Analisando 64 fóruns onlines ligados à depressão, o estudo percebeu – entre mais de 6 mil membros – também a forte presença de palavras que passam importância ou probabilidade – “sempre”, “nada” e “completamente”, por exemplo. O trabalho de artistas como o compositor Kurt Cobain também foram incluídos no estudo.

    É claro que trata-se de uma pesquisa inexata, afinal, é possível utilizar tais termos e palavras sem se estar deprimido, assim como é possível não utiliza-las e estar em depressão. Importante mesmo é entender e conectar-se com o que se está se sentindo, e se comunicar. A depressão atinge mais de 300 milhões de pessoas pelo mundo, e possuir mais ferramentas para ajudar essas pessoas é algo fundamental.

    Fonte: Hypeness


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