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Mais de cinco milhões de pessoas beneficiadas pelo Auxílio emergencial em 2020 e 2021 não deveriam estar na lista de pagamentos.  Entre elas, 135 mil mortos. 

Auditoria da Controladoria-Geral da União apontou que os pagamentos irregulares somaram 9 bilhões e 400 milhões de prejuízos aos cofres públicos. No primeiro ano da pandemia o valor pago foi 600 reais. No ano seguinte, o benefício foi estendido, porém, teve redução pela metade. 



Mais de 68 milhões de pessoas receberam e desse total, quase 8% foram irregulares, segundo a auditoria. Os principais erros na qualificação dos benefícios foram: ter vínculo formal de emprego, renda familiar superior à permitida, aposentados já cadastrados no INSS, mortos e menores de idade. 

De acordo com o Ministério da Cidadania, o governo recuperou 7 bilhões e 700 milhões dos pagamentos irregulares.