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Fundada no ano de 1999, a banda marcial Bamados iniciou suas atividades como um projeto escolar, ainda como uma fanfarra, e que com o passar dos anos evoluiu para o patamar de banda marcial. Atualmente, 36 componentes fazem parte do grupo musical, que também é um centro formador de músicos.

Desde a segunda metade do ano de 2021, a agrupação passa por dificuldades causadas pelas restrições sanitárias, que impedem ensaios e apresentações. A sede da banda também precisa de manutenções e reformas.



Maestro Caio Augusto da Silva na sede da Bamados / FOTO: Jean Bordini

O maestro Caio Augusto da Silva foi entrevistado pela Raízes FM e relembrou momentos marcantes da banda marcial. Durante a conversa, Caio explicou também como está a situação atual da banda e as dificuldades de manutenção no momento.

A nossa equipe questionou a Prefeitura de Capivari sobre a situação da banda. A assessoria de comunicação da prefeitura nos enviou a seguinte nota:

A Prefeitura de Capivari, através da Secretaria de Cultura e Turismo, informa que a subvenção às bandas e grupos musicais que tem direito ao benefício, será paga assim que as atividades culturais retornarem, quando os casos de Covid-19 estiverem em baixa, sendo seguro para os artistas e para o público.

Também questionamos sobre a sede da banda, que fica ao lado do ecoponto no Castelani, estar com o alambrado quebrado. Perguntamos sobre uma reforma do local. Em resposta, a prefeitura disse o seguinte: Estamos buscando a solução. Pode ser que o ecoponto seja desativado e o local arrumado. Estamos na dependência de algumas situações.