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O mecanismo, que permite a cobrança de um valor extra, a depender das condições para geração de eletricidade, havia sido suspenso em maio, em razão da pandemia do novo coronavírus, e a agência tinha anunciado que não haveria cobrança de taxa extra até o fim deste ano – ou seja, iria vigorar a bandeira verde até janeiro de 2021.

No entanto, segundo a Aneel, o consumo de energia retomou o patamar pré-pandemia em setembro, e o setor enfrenta novamente uma seca que há muito tempo não se via. Por isso, a avaliação é que o sistema de bandeiras precisa ser retomado imediatamente.



A bandeira verde ocorre quando os reservatórios de água estão cheios e as condições para geração de energia nas hidrelétricas são favoráveis. Diferente do que acontece quando a bandeira é amarela ou vermelha. Essas cores indicam que as condições são menos favoráveis e há mais custos para a produção de energia, que são repassados ao consumidor na cobrança de um valor extra por quilowatt-hora consumido. Chuvas abaixo do esperado, fazem cair o armazenamento de água dos reservatórios das principais hidrelétricas e para poupar água das usinas, as termelétricas são acionadas e a geração de energia acaba saindo mais cara.

A bandeira aplicada nesse mês de dezembro será vermelha, nível 2, o que implica a cobrança de uma taxa extra de 6 reais e 24 centavos na conta de luz a cada 100 kWh consumidos.


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