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Uma corretora de seguros grávida foi demitida por justa causa depois de ser flagrada pesquisando carrinhos de bebê online durante o horário de trabalho e “bisbilhotando” e-mails de colegas. O caso aconteceu em Doncaster, na Inglaterra. Segundo informações, em apenas 15 dias, ela teria passado mais de dez horas e meia buscando produtos de bebê online, ou seja, material não relacionado ao trabalho. A informação foi apresentada pela empresa em um tribunal trabalhista.

Além de pesquisar produtos relacionados ao bebê, ela também realizou uma busca nas mensagens privadas de seus colegas.  Ela admitiu olhar sites para seus fins pessoais e usar sua conta do WhatsApp para mensagens pessoais durante o horário de trabalho. Ela não tinha certeza da hora em que olhou para os vários sites, mas afirmou que eles poderiam ter sido durante seus intervalos”, informou o tribunal.



Uma investigação disciplinar foi iniciada e ela também admitiu verificar os e-mails de colegas, incluindo gerentes, e adicioná-los à sua caixa de entrada. “A senhorita explicou que ela começou isso pouco antes de deixar o cargo de gerente, pois sentiu que estava sendo ‘deixada de fora’ de coisas, como e-mails e grupos de WhatsApp”, continuou a argumentação.

O tribunal ouviu que muitos dos e-mails que ela viu não tinham nada a ver com ela e incluíam documentos de retorno ao trabalho após a doença de outros membros da equipe. Ela foi demitida, mas depois processou seu empregador por demissão injusta. Mas o tribunal rejeitou suas reivindicações. O juiz de emprego disse: “A visualização dos e-mails dos colegas é de natureza privada. A empresa não agiu fora da lei ​​ao considerar que houve tal perda de fé e confiança na senhorita.